quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

O CFA em 2020

O ano de 2020 ficará marcado para a história da humanidade como um ano de grandes provações e muitas perdas irreparáveis. O CFA por mais de 5 meses privou-se de realizar suas tradicionais reuniões em decorrência da pandemia. Porém, apesar das grandes dificuldades enfrentadas o clube manteve-se e conseguiu realizar alguns feitos em meio tantas turbulências. Veja a retrospectiva 2020 do Clube Filatélico do Amazonas:

- Janeiro:


O ano social teve inicio em 10 de janeiro, nesta primeira reunião do ano acertamos os detalhes das ações a serem tomadas ao passar do ano, evidente que grande parte das metas não foram alcançadas em razão da pandemia.

- Fevereiro:


Em fevereiro atentos a situação da pandemia, optamos para a finalização das reuniões em março. Detalhamos que, não retornaríamos a atividade até que fosse viável. O presidente do CFA era nosso amigo Jorge Bargas, que anunciava o fim de seu mandado à frente do CFA.

- Março:


Já em março realizamos a ultima reunião antes do ápice da pandemia no Brasil e em nosso estado. Os meses que se seguiram foram atormentados por um expressivo aumento número de casos e mortes por covid-19.

- Agosto:


Com o anuncio da privatização dos Correios e ainda em razão da pandemia, o espaço que nos era cedido, Espaço Filatélico Ajuricaba, teve de ser temporariamente desativado. O Clube ficou sem sua sede. Medidas e decretos baixados pelo governo do Estado do Amazonas autorizaram a volta de reuniões de centros culturais e também autorizando pessoas do chamado Grupo de Risco retornarem suas atividades. Sendo assim, em 5 de agosto o Clube retornou as suas reuniões, agora em nova sede, no Centro Cultural Reunidos, e em novo horário e dia, funcionando a partir das16h todas as quartas.

- Setembro:


Em setembro começamos a planejar o lançamento de um selo personalizado para o mês de novembro. Demos inicio a reestruturação administrativa do clube planejando para o mês seguinte a eleição da nova diretoria, atualização de estatutos e emblema do CFA.

- Outubro:


Em 10 de outubro comemoramos o 51° aniversário do Clube Filatélico do Amazonas. Neste mesmo dia foram eleitos e tomaram posse a nova diretoria do clube que exercerão o mandato até 2022, podendo ser reeleitos.

-Novembro:


Em novembro foi oficializado o novo estatuto do Clube. Fora também aprovado a arte do selo personalizado relativo aos 120 anos do Museu de Numismática Bernardo Ramos.

- Dezembro:



 


Lançamos o selo personalizado após um pequeno atraso logístico, reunião especial realizada na sede do Museu de Numismática, abertura da exposição de natal do CFA e também a nossa tradicional confraternização de natal.

O Clube Filatélico do Amazonas deseja a todos os nossos amigos, leitores e associados um belo inicio de ano novo, que 2021 seja o melhor dos melhores anos em nossas vidas. Apesar das perdas e do grande abalo que todos nós sofremos durante todo este ano, podemos perceber através destas fotos que ainda sim existe um ponto de alegria em meio as tristezas.

FELIZ 2021 

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Exposição de Natal do CFA

O ano de 2020 foi marcado por grandes dificuldades. Afetando todas as camadas da sociedade, a pandemia continua assolando a humanidade, a necessidade do distanciamento social deixou clubes, associações, e demais centros culturais com saudade dos encontros, exposições e as suas tradicionais roda de conversas de papo furado.

- A exposição:

Nem mesmo a pandemia pode evitar que a tradicional exposição de natal do Clube Filatélico do Amazonas acontecesse. Organizada pelo srs. Roberto Mendonça (presidente do CFA)  e Jorge Bargas (Vice-presidente) a exposição foi inaugurada no dia  22/12 as 09:00 horas, estando exposta nos corredores do Centro Cultural Palacete Provincial (Manaus/AM)

A exposição conta selos, postais, quadras, máximos  postais, cartões postais e muito mais. O vasco acervo filatélico e cartofílico  é resultado de anos de organização e dedicação dos senhores citados a cima. Segue abaixo fotos da exposição











- Agradecimentos:

O CFA agradece todos os amigos filatelistas pelas palavras de incentivo recebidas durante este ano. A diretoria do Clube agradece aos leitores que sempre retornam para conferir as novidade. Agradecemos também a direção do Centro Cultural Palacete Provincial, em especial ao sr. Dênio Mota e a sr. Janete de Albuquerque.








terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Selo: Centenário dos Abolicionistas Precursorres

O edital dessa emissão recebeu o n°5/1984, com carimbos de circulação de primeiro dia datados de 25/03/1984, em Manaus e Fortaleza, o que conflita com a data de emissão constante de alguns catálogos. Esse edital foi escrito pelo historiador amazonense Antônio Loureiro e o transcrevemos integralmente abaixo:  

-Os abolicionistas precursores: Ceará e Amazonas

Nos dias 25 de março e 10 de julho de 1884, o Ceará e o Amazonas comemoram respectivamente o centenário da abolição da escravidão em seus territórios. As duas unidades federadas anteciparam-se, por quatro anos, ao ato de 13 de maio de 1888, que emancipava o escravo brasileiro.

O movimento começara, no Amazonas a 6 demarco de 1879, quando foram criadas a Sociedade Emancipadora Amazonense, seguida da Sociedade Libertadora, da Sociedade Amazonense Libertadora, do Clube Escolar Abolicionista, da Cruzada Libertadora da Escola Normal e de outras entidades, como o jornal O Abolicionista, de 4 de maio de 1884, todos voltados para a libertação do elemento negro. Participaram da campanha, além do povo em geral, os estudantes, a maçonaria que teve destacado papel e mesmo presidentes provinciais como: Sátyro de Oliveira Dias, abolicionista desde 1869, quando tomou parte da inauguração da Libertadora Baiana  Sete de Setembro; José Lustosa da Cunha Paranaguá. presidente da Sociedade Libertadora de 1882, e Theodureto Carlos de Faria Souto.

No Ceará, a primeira libertadora surgiu em Baturité, a 25 de maio de 1870, instalando-se a seguir, a 25 de junho, a Sociedade Emancipadora Sobralense. Prosseguiram a luta  a Perseverança e Porvir e a Cearense Libertadora, e, iniciou-se, a 30 e agosto de 1881, um movimento para impedir o embarque espúrio de escravos de Fortaleza, vendidos para o sul. A ideia surgiu de Pedro Arthur de Vasconcelos e os abolicionistas conseguiram a adesão dos jangadeiros de Frederico José do Nascimento, o Dragão do Mar, dos quais dependia o transporte de terra para os navios, pois esses ficavam ao largo, pela falta de um porto naquela cidade. Em terras cearenses a libertação começou em Acarape, primeiro município brasileiro a alforriar seus escravos, a 1° de janeiro de 1883, seguido de Pacatuba, São Francisco (Itapagé), Aracoiaba, Baturité, Aquiraz, Icó e Maranguape. Fortaleza festejou sua data a 24 de maio de 1883. Finalmente em 25 de março de 1884, o presidente Sátyro Dias, médico, baiano, na Praça Castro Carreira, diante de uma multidão declarava "A Província do Ceará não possui mais escravos". O seu número que era de 19.000 , em 1883, caíra para apenas 3 ou 5 mil, naquela data, expressando a generalização da ideia , e feita sem indenizações.

Theodureto Souto
No Amazonas, a 24 de maio de 1884, Manaus declara livre todos os seus escravos, e a 10 de julho do mesmo ano, o presidente Teodureto Carlos de Faria Souto declarava: "A Província está redimida". Havia a impossibilidade da entrada de novos  escravos, na província, face as leis impeditivas do tráfico interprovincial. Cerca de uns 1.500 negros amazonenses tornavam-se homens livres. 25 de março e 10 de julho  de 1884 são datas quase esquecidas, que devem ser sempre relembradas por embora além das suas libertações feitas por vontade de seus proprietários, ou por indenizações feitas mediante quantias levadas, pela população, grande parte delas foi realizada mediante indenização pelos cofres públicos da  província.










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segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Selo do 100° aniversário de nascimento de João Barbosa Rodrigues

O texto abaixo foi retirado do livro " O livro dos selos da Amazônia Brasileira" escrito pelo nosso associado, Dr. Antônio Loureiro.

- Comemorativo N° 137 - Centenário do natalício do botânico J. Barbosa Rodrigues (1842-1943) - Emissão: 13/11/1943



 João Barbosa Rodrigues nasceu no Rio de Janeiro, há 22 de junho de 1842, e faleceu, na mesma cidade, a6 de março de 1909. Foi um menino prodígio. Na Escola de Comercio onde estudou, acabou sendo secretário do estabelecimento. Fez as humanidades no colégio Pedro II, logo foi professor de desenho e depois secretário da instituição, desejou então ser médico, mas abandonou os seus estudos, no segundo ano. Dedicou-se então a botânica, aprendendo-a em livros e nas zonas rurais do Rio de Janeiro, pois não existiam escolas especializadas no país.

D. Pedro II e a Princesa Izabel sabedores de suas aptidões mandaram-no fazer estudos científicos sobre as palmeiras da Amazônia, continuando os de Martius, e que abrangessem ainda as áreas da antropologia, etnografia, geologia e botânica. Recebeu ainda o apoio do Visconde do Rio Branco, do botânico Barão de Capanema e do Ministro da Agricultura Teodoro Machado Freire Pereira da Silva. Era um verdadeiro bolsista do Império, tendo embarcado, para a nossa região, a 16 de janeiro de 1872. Aqui viveu por dezoito anos, trabalhando, estudando e dando às ciências naturais uma
grande quantidade de novas espécies classificadas.

Antiga sede do museu botânico, atualmente funciona o Instituto Benjamim Constant
(instituto de tecnologia do Amazonas)
Em 1883, apresentou ao Presidente da Província do Amazonas José Paranaguá a proposta para a criação de um museu botânico, em Manaus, o que foi acatado pela Lei n° 629, de 18 de janeiro de 1883, sendo instalado a 16 de fevereiro do mesmo ano, na chácara do Caxangá, na ilha do mesmo nome, propriedade de Manuel Urbano da Encarnação. O regulamento do Museu foi publicado, no dia 16 de fevereiro, o da sua inauguração, quando já possuía coleções de botânica e de etnografia, esta última trazida do Urubu, pelo primeiro tenente da armada Antônio Madeira Shaw, além das pedras com petroglifos encontradas, nas Lajes e na rampa do novo Mercado. Uma nova localização foi então destinada ao Museu, a chácara do Barão de São Leonardo, à Rua Ramos Ferreira, para onde Theodoreto Souto fez a transferência.

Em 1885, o Museu possuía um herbário com mais de 1200 espécies e mais de 5000 espécimes, todas classificadas e catalogadas. Haviam chegado 800 espécies dos Estados Unidos, doadas por John Donnel Smith, além de outras do México, Califórnia e Chile. A seção de etnografia guardava 1103 objetos indígenas, de 60 tribos, todos catalogados, desenhados e fotografados.  O químico Joseph Eugène Aubert,o criador do xarope e do extrato do guaraná, desligara-se da instituição, para servir como cônsul francês. Esperava-se a chegada do químico suíço Francisco Pfaff, ajudante de Graebe, da Universidade de Genebra, que só lhe criaria problemas, no futuro. Neste ano, Barbosa Rodrigues assumiria a incumbência de pacificar os índios Jauaperi, autodenominados de Crixanãs, o que foi conseguido, ajudado pelo conde Ermano Stradelli.

Em 1888, começaram as querelas entre Barbosa Rodrigues e Pfaff, este último apoiado pelo vice-presidente em exercício, o cônego Raimundo Amâncio de Miranda, que tomou o partido contra o botânico, por ser o mesmo maçom, separando o Museu do Laboratório, seguida da abrupta determinação de mudança do Museu para o prédio do Liceu. O cônego determinara que a transferência devesse ser feita, em vinte e quatro horas, a partir de 6 de julho de 1888, pois as suas instalações passariam a ser ocupadas pelo Asilo Orfanológico, o que determinaria uma economia de três contos de réis. A mudança desorganizaria totalmente o Museu. Com a posse do novo Presidente Joaquim Cardoso de Andrade, o botânico relatou-lhe as pressões que sofrera para
transferência, feita apressadamente, com muitas peças estragadas e perdidas. Fez-lhe também uma minuciosa exposição sobre o que já realizara no Amazonas.

Sobre Botânica escrevera, Edogo Plantarum Novarum, Palmae Amazonensis Noxae e Genera et Species Orchidearum Novarum, além de estudar 700 espécies, descobrindo quatro gêneros novos e 105 espécies.

Na Zoologia classificou o boto vermelho ou cor-de-rosa denominado Lepdosyrene Gibleoliana e descrevera o pirarucubóia ou pirambóia, o elo entre os animais aquáticos e terrestres, que estava sendo procurado em diversas partes do mundo.

Na Etnografia, recolhera centenas de peças para o museu, devidamente desenhadas, além de 394 detalhes de plantas. Após a sua volta do Javari, em 1889, descobrira uma tartaruga gigante denominada Enys quaternária e escrevera Les Reptiles Fossiles de La Amazonie, além de descrever o purussauro, um gigantesco jacaré de mais de oito metros, vivendo na Amazônia pleistocênica.

O primeiro governador do Amazonas republicano, Augusto Villeroy
Com a Proclamação da República, continuou tendo as mesmas dificuldades anteriores, e, um dos primeiros atos do novo governo dirigido, por Augusto Ximenes de Villeroy, foi demitir Barbosa Rodrigues e fechar o Museu, por medida de economia. Este fato foi terrível para a pesquisa nacional e local, passando a pesquisa científica para o controle definitivo os chamados viajantes e exploradores estrangeiros, perdendo os amazonenses a possibilidade de cultivarem o pensamento científico, o que vem sendo feito sistematicamente há muito tempo, na Amazônia, restando para os seus habitantes apenas o literário. Tratava-se também de uma ação contra os cientistas e artistas partidários do Império, do cecaído regime, que foram perseguidos em umas regiões e apoiados, em outras.

Aleia Barbosa Rodrigues, no Jardim Botânico do RJ
Barbosa Rodrigues pelo seu saber foi logo aproveitado na direção do Museu Botânico do Rio de Janeiro, que reorganizou completamente, levando-o ao que é hoje em dia. Além dos traumas sofridos pelas pressões para a transferência e depois para o fechamento do Museu, Barbosa Rodrigues foi roubado parcialmente em seu trabalho, pelo médico inglês James Trail, com quem trocou idéias e cedeu apontamentos, quando viajavam juntos em um navio da Amazon Steamship Navigation, em 1874. Isto lhe resultou na perda da primazia de denominação de diversas espécies, pois o referido médico considerou as suas denominações como sinônimos das dele, embora tivesse prometido respeitar as do
brasileiro, em um inescrupuloso caso de pirataria científica. Barbosa Rodrigues publicou uma revista científica denominada Vellosia, talvez a primeira do Norte do País, pelo Museu Botânico de Manaus, da qual foram tirados alguns números.


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domingo, 8 de novembro de 2020

Selos do 1º Centenário de Independência do Brasil

Durante o período de 7 de setembro de 1922 à 23 de março de 1923 foi comemorado o 1° Centenário da Independência do Brasil com uma grande exposição nacional  ocorrida no Rio de Janeiro. Para a ocasião foram lançados três selos comemorativos além de várias cinderelas.

- Exposição do centenário:

Ocorrida no estado do Rio de Janeiro, então capital federal, a cerimônia que se iniciou naquele dia 7 de setembro contou com a presença de 14 países diferentes. O Brasil organizou  25 diferentes sessões onde cada uma representaria uma atividades no país, algumas delas eram:  educação e ensino; instrumentos e processos gerais das letras, das ciências e das artes; material e processos gerais da mecânica; eletricidade; engenharia civil e meios de transporte e agricultura. Vale lembrar que a primeira transmissão de rádio no país ocorreu exatamente no momento da abertura da cerimônia, sendo um discurso do presidente Epitácio Pessoa.

As quatorze nações participantes eram; Da América; Argentina, Estados Unidos e México; Da Europa:  Bélgica, Dinamarca; França, Grã-Bretanha e Irlanda, Itália, Noruega, Portugal, Suécia e Tchecoslováquia  

- O selo do Grito do Ypiranga:

O grito de D. Pedro I não ecoou de forma que alcançasse todo o vasto império que ali se formava, visto que as noticias da proclamação da independência só chegaram no Amazonas, ou melhor, na Comarca do Rio Negro, um ano e dois meses após o ocorrido, em 9 de novembro de 1823.
 
Evento místico e emblemático, o Grito do Ypiranga, ficou marcado na história do Brasil. Pedro Américo, produziu a mando de D. Pedro II, a suntuosa tela que tanto conhecemos e que foi representada em um dos selos comemorativos para a celebração do 100 anos do ocorrido. A tela ainda está presente no imaginário popular e representa o sentimento de liberdade e de verdadeira independência que até hoje tanto almejamos.

- D. Pedro I e José Bonifácio:

Duas figuras distintas e que foram responsáveis pela criação de nossa nação. Pedro I, homem altivo, o rei guerreiro, ao contrário que pensam, não foi apenas um mulherengo, lutou pelos anseios do brasil, e por intermédio de sua esposa, a então princesa Leopoldina e de seu conselheiro e amigo José Bonifácio deu ao Brasil o status que lhe valia como nação independente.

José Bonifácio grande estadista e defensor das causas do Brasil, homem de alto valor intelectual além de mineralogista e naturalista foi reconhecido como patriarca da independência do Brasil apenas em 2018. Um dos mais importantes líderes maçônicos que o Brasil já possuiu. É reconhecido como idealizador do que hoje seria o código ambiental.

- Acervo da British Pathé:

Pathé Frères é uma empresa de origem francesa, que possuindo várias outras empresas forma um conglomerado voltado para a comunicação, arte e cinema, especialmente este último. A empresa que pertencia aos irmãos Charles, Émile, Théophile e Jacques Pathé fora responsável pela criação do que viria ser chamado de noticiário ou documentário, que era exibido antes de longas-metragens.

A British Pathé foi criada por Charles e inicialmente chamava-se Pathé News e era destinada especialmente a divulgação de noticias e acontecimentos ao redor do mundo. Sua sede esta localizada em Londres e atuou ate os anos 70. Seu imenso arquivo esta totalmente digitalizado e pode ser acessado por qualquer pessoa através do site da empresa.

Pode-se achar no meio de seu acervo uma breve gravação feita durante as comemorações do 1° Centenário de Independência do Brasil. São varias tropas de diferentes países marchando em reverência a data celebrada, além também do desfile dos primeiros carros blindados do país, que brevemente será tema de uma edição de nosso blog. Logo abaixo, encontra-se o vídeo. 


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quarta-feira, 4 de novembro de 2020

O Estatuto do CFA

 Desde sua criação, o  CFA possuiu apenas um estatuto que vigorou até outubro de 2020. Por muitos anos este estatuto vigorou porém sem mudanças em sua composição ao longo do anos.

- O 1° Estatuto;

Capa do estatuto do CFA do ano de 1971, pertencente ao acervo de nosso associado Moyses Garcia 

Este estatuto foi o mesmo aprovado em assembleia geral no dia 11 de outubro de 1969, elegendo sua primeira diretoria e que permaneceu a mesma por longos anos.

Oficio sobre a diretoria do CFA para o ano de 1971-1972

- O 2° Estatuto:

Capa do atual estatuto

Passando-se longos sem uma reformulação, o estatuto do CFA ficou obsoleto e muitas de sua diretrizes já não eram mais seguidas. Após a eleição da atual diretoria foi feita a atualização do novo estatuto, certamente muitos cargos e antigas denominações deixaram de existir, sendo suas funções atualizadas para novos tempos.
Reproduzimos abaixo o estatuto vigente aprovado por maioria dos associados e feita a aprovaçaõ definitiva em 21 de outubro.

ESTATUTO DO CLUBE FILATÉLICO DO AMAZONAS

CAPÍTULO I.
Denominação, sede e afins.

Art.1°- Constitui-se a denominação de Clube Filatélico do Amazonas, com sede, e foro nesta cidade de Manaus, uma instituição civil que se regera por este estatuto.
Art.2°- A instituição tem por objetivo a prática e a divulgação da Filatelia, além de estimular o colecionismo em geral

CAPÍTULO II.
Da administração.

Art.3°- A instituição será administrada por uma Diretoria de 6 (seis) membros, que exercerá o mandato sem remuneração cabendo ao presidente a representação ativa e passiva, judicial e extrajudicial da sociedade
Art.4°- O patrimônio da instituição será constituído pela contribuição dos sócios e pelos bens adquiridos a justo título ou bens doados.
§ - O Patrimônio será fiscalizado por um Conselho Fiscal composto por, 3 (três) membros eleitos juntos com a Diretoria.

CAPÍTULO III.
Da diretoria

Art.5°- A Diretoria eleita em assembleia geral exercerá o mandato por 2 (dois) anos, podendo ser reeleita. Será composta de: Presidente; Vice-presidente; Secretário; Secretário adjunto; Tesoureiro, que se substituem nessa ordem nos casos de impedimento eventuais e nunca mais que três meses. Não justificando o impedimento, haverá eleição para a escola do titular substituto.
Art.6°- A Diretoria compete assentar medidas de ordem administrativa, resolver os casos apresentados, aceitar e eliminar sócios de acordo com este estatuto.
Art.7°- Ao Presidente compete representar legalmente ou parcialmente a instituição superintender a organização dela, e fiscalizar com o Tesoureiro os recursos do CFA.
Art.8° Ao Secretário compete dirigir os serviços de secretaria, manter sob sua guarda e responsabilidade o arquivo social e secretariar as reuniões e assembleias, responsabilizando-se pela feitoria da Ata das Sessões. Ao Secretário Adjunto compete substituir o primeiro em seus impedimentos.
Art.9°- Ao Tesoureiro compete a parte financeira da instituição, a guarda de valores, escrituração e elaboração de relatórios contábeis.
Art.10°- Ao Conselho Fiscal compete, obrigatoriamente, dar parecer sobre a situação financeira e patrimonial da instituição.

CAPÍTULO IV.
Dos sócios.

Art.11°- Qualquer filatelista ou simpatizante pode ser sócio contribuinte ou correspondente, quando residir fora do município, bastando que seja representado por sócio efetivo e aceito em reunião da Diretoria, não cabe recurso contra as decisões desta.
Art.12°- Serão aceitos como sócio outros tipos de colecionadores, tais como numismatas, bibliofilistas, cartofilistas etc. Estes devem estar cientes que a instituição é voltada para filatelia e gozarão de todos os benefícios e patrimônio da sociedade.
Art.13°- Os sócios que não respondem subsidiariamente pelas obrigações sociais, tem direito de usufruir de todos os serviços mantidos pela instituição sem distinção alguma, e poderão votar e ser votados se estiverem quites com o cofre social.
§- Excetuam-se os sócios correspondentes que não poderão votar, nem ser votados.
Art.14°- Na primeira reunião de cada mês, os sócios deverão repassar ao Tesoureiro um valor para manutenção da instituição. Este valor será usado para financiar as atividades da sociedade, além de bancar exposições, compra de peças filatélicas etc.
§°- Caberá ao Tesoureiro estabelecer a despesa prevista para o mês.
Art.15°- O sócio que não justificar a falta nas reuniões no período de 1 (um) mês será retirado do Quadro de Associados.

CAPÍTULO IV.
Das datas oficiais, exposições e medalha.

Art.16°- À data máxima da sociedade será de 11 de outubro da fundação e oficialização da primeira assembleia.
Art.17°- as disposições organizadas deverão ocorrer em locais públicos ou privados cedidos por entidades que queiram patrocina-las.
Art.18°- A partir do dia 11 de outubro de 2020 fica instituída a Medalha Nelson Porto. A comenda será confeccionada de forma a ser concedida a personalidades, sócios e simpatizantes que contribuírem para a Filatelia e a manutenção do Clube Filatélico do Amazonas

CAPÍTULO VI.
Disposições Gerais.

Art.19°- O ano social tem início em 15 de janeiro.
Art.20°- Ao Presidente cabe o direito de exigir prestação de conta dos membros da Diretoria, relativa aos serviços mantidos pela instituição e resolver por si ou de acordo com a Diretoria os casos omissos neste Estatuto.

CAPÍTULO VII.
Dos sócios fundadores e Ex-Presidentes.

Art.21°- São considerados sócios fundadores do Clube Filatélico do Amazonas os seguintes membros: Manoel Lucas Batatel; Luiz Flávio Simões; Carlos Lima; Nelson Ribeiro Porto; Carlos Alberto Garcia; Albino Fernandes; Mário Xavier; Ubirajara de Almeida; Wagner Vieira; Joaquim Marinho; Emílio Garibaldi; Fernando Martinho; Rui Martinho; e Almerindo Didier.
Art.22°- são considerados ex-presidentes do clube filatélico do Amazonas; Nelson Ribeiro Porto (1969-2004); Edgar Altino Teixeira (2004-2013); José Joaquim Marinho (2013-2014); Jorge Bargas da Silva (2014-2020).

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domingo, 1 de novembro de 2020

Boletim do Clube Filatélico de Brusque

Na edição nº34 do Boletim Filatélico do CFB uma das noticias muito nos agrada. Segue a capa do boletim, logo a abaixo.

- Capa da edição nº 34 do Boletim Filatélico do CFB.


Após recebermos por e-mail a 34° edição deste boletim, em uma de suas páginas é noticiado a eleição de nossa nova diretoria. Isso muito nos alegra pois há anos que o nome de nosso clube não figurava em boletins e noticiários filatélicos.


Os projetos de Boletins Filatélicos é uma boa forma de enviar conhecimento e informação dos clubes e outros eventos. Por motivos maiores ainda não é possível a publicação e envio de nosso boletim. Vale ressaltar dois projetos de nossos associados, a revista filatélica "One Penny" escrita e editada por nosso ilustre associado Dr. Antônio Loureio e o iniciante Boletim Filatélico: Cisne Branco escrita e editada pelo nosso associado Adriel França.
O CFA espera que logo que possível comece a produção de seu boletim e o envio para os clube parceiros e associados correspondentes. 

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terça-feira, 20 de outubro de 2020

GUIANA INGLESA E A KAITEUR FALLS

O texto abaixo foi pesquisado e escrito pelo nosso sócio Adriel França. 

GUIANA INGLESA E A KAITEUR FALLS
Adriel França

A OCUPAÇÃO NEERLANDESA:
Várias tentativas de ocupar a região norte da América do Sul foram iniciadas ao longo dos séculos XVI e XVII. Cristóvão Colombo visitou a região em 1498 e Walter Raleigh descreveu a região em uma carta no ano de 1596. Mas foram os holandeses os primeiros europeus a  se estabelecer naquela localidade.
Espanhóis, ingleses e neerlandeses tentarem sem muito sucesso ocupar a região de forma que fosse produtiva e economicamente viável. A partir de 1616 a Companhia Neerlandesa das Índias ocidentais fixou uma fortaleza na região de Kyk-over-al e lá passaram a denominar a região de Condado de Essquibo. Vale ressaltar que tentativas anteriores fracassaram e em meados de 1700, os europeus estabelecem as primeiras plantações de açúcar, café e algodão. Sendo operada por trabalhadores escravos africanos. Essa mesma companhia também chegou ao Brasil na região nordeste. Os neerlandeses administravam três colônias, e eram elas; Demerara, Essequibo e Berbice. Em 1763 ocorreu uma rebelião de escravos em Berbice e em 1796 o Reino Unido invade a colônia de Essequibo.

NASCE A GUIANA INGLESA (1814-1866):
Após a tomada da colônia de Essequibo em 1796 os ingleses passaram a cuidar daquela região, e as outras duas colônias foram cedidas oficialmente ao Reino Unido em 1814, através de um tratado com os Países-Baixos, o tratado Anglo-Neerlandês foi oficializado no Congresso de Viena no ano seguinte. Já em 1831, o Reino Unido unifica as três colônias; Essequibo, Berbice e Demerara em uma única unidade administrativa, que passa a ser chamada de Guiana Inglesa.
Após a abolição da escravidão em 1837 a mão de obra usada nas plantações foi de portugueses, javaneses e indianos. Trabalhadores vindos de outras localidades do Reino Unido. Funcionava com uma colônia agrícola e passa a ganhar uma pequena autonomia a partir de 1953 quando é eleito o seu primeiro “primeiro-ministro”. Ganha a sua independência em 1966, mas ainda continua participando da  Commonwealth, a comunidade de países da língua inglesa.

ESSEQUIBO E A VENEZUELA:
Em 1840 Robert Herman Schomburgk, um alemão a serviço do império britânico, traçou uma linha delimitando as fronteiras da colônia com a Venezuela. O traçado feito por Robert não foi aceito pela Venezuela, alegando que o tudo ao leste do Rio Essequibo pertencia a ela, pois o seu território já era ocupado desde 1819 quando a Venezuela ainda era chamada de Grã-Colombia. A área até hoje é contestada e nos mapas venezuelanos é dita como área em litígio. Vem sendo disputada desde 1824, quando Simon bolívar em carta ao império britânico denunciou que colonos estavam invadindo território venezuelano.


RIO ESSEQUIBO E A CACHOEIRA DE KAIETEUR:
O Rio essequibo é o maior rio da Guiana tem no total 1010 km de comprimento nasce na serra de pacaraima e possui três principais afluentes o rio rupununi, potaro e mazaruni. O Rio potaro possui cerca de 225km de comprimento e em seu centro esta localizado a cachoeira de kaieteur. Essa cachoeira possui cinco vezes o tamanho das cataratas do Niágara na fronteira dos Estados Unidos com Canadá. Possui a altura de 226 m e configura entre as maiores Cachoeiras do mundo estando na oitava posição. Foi descoberta em 1870 e figura atualmente entre os cartões postais da antiga Guiana inglesa. Já foi tema de selos em diferentes períodos, uma lenda diz que, Kaier, líder de uma tribo indígena patamona para salvar seu povo de um conflito contra a tribo inimiga Caraíba se sacrificou ao Espírito Macunaíma ao atirar-se da queda d’água, perceba que Macunaíma é também o nome de um livro escrito por Mário de Andrade. A cachoeira está dentro do Kaieteur National Park, este parque foi criado possivelmente para fixar uma autonomia guianesa naquela localidade indo de contra ao o que é proposto pelo governo venezuelano. Existe um aeroporto a 6 Km da cachoeira para quê turistas e habitantes locais possam apreciar a paisagem dá oitava maior cachoeira do mundo.
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sábado, 17 de outubro de 2020

SELO COMEMORATIVO – 4º CENTENÁRIO DO DESCOBRIMENTO DO RIO AMAZONAS

Em nosso quadro de associados figura nosso ilustre amigo, Dr. Antônio José Souto Loureiro, referência em história da região amazônica. Membro da Academia Amazonense de Letras, do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas além de outras instituições acadêmicas e de alto valor intelectual. É nosso mais antigo associado estando presente em nossas reuniões desde a década de 70.

Segue abaixo o texto retirado de seu livro, O Livro dos Selos da Amazônia brasileira (2016).



COMEMORATIVO Nº178: 4º CENTENÁRIO DO DESCOBRIMENTO DO RIO AMAZONAS (1542-1943) – EMISSÃO DE 19/03/1943
Foi o primeiro selo comemorativo brasileiro usando o novo sistema monetário denominado de Cruzeiro, sendo emitido a 19 de março de 1943, no valor de Cr$ 0,40 (quarenta centavos). Trouxe o mapa da região Amazônica, com a Bacia do rio Amazonas e seus principais afluentes, sendo na cor ocre.
Em 1539, o Peru ainda não se encontrava sob o domínio da Coroa Espanhola e Francisco Pizarro era senhor absoluto do Império Inca. O País da Canela, rico desta especiaria, localizado além dos Andes convidava-o a novas aventuras.
As idéias de sua conquista levaram-no a ordenar o aprestamento de uma expedição em Cuzco, confiada a seu irmão Gonçalo Pizarro. Ali duzentos homens foram recrutados e noventa mil cruzados dispendidos em preparativos à realização da empreitada.
No Natal de 1539, já em Quito, contando com a ajuda do governador Pedro de Puelles, Gonçalo conseguiu formar uma tropa de 340 espanhóis, 4.000 indios e 150 cavalos, com a qual partiu rumo ao Oriente desconhecido. Em Guayaquil, de que fora um dos fundadores, ainda se encontrava Francisco Orellana, espanhol de Trujillo, nascido em 1511 e aparentado dos Pizarro. Um ano após a partida de Gonçalo foi encontrá-lo às margens do Zimaco, acompanhado de 23 soldados. A marcha prosseguiu e, ao atingirem o rio Coca, foi providenciada a construção de um bergantim e de quatro canoas. Ali foram informados da existência, mais abaixo, de terras povoadas, ricas em ouro e mantimentos, que já escasseavam. Embarcados no bergantim e sob o comando de Orellana, foram destacados cinquenta homens armados para conquistar a região do rio Napo, onde deveriam estabelecer uma guarnição e retornar para buscar os restantes. 
 
FRANCISCO ORELLANA DESCE 
O AMAZONAS

Era o dia 2 de fevereiro do ano de 1542.
Chegando ao Napo, reconheceram serem infundadas as informações colhidas anteriormente. Áquela altura, ante a correnteza do rio, tornou-se impossível o retorno, optando Orellana pela continuação da viagem, no que foi contestado por frei Gaspar de Carvajal e Fernão Sanchez de Vargas, desembarcado e abandonado em uma das margens do rio.
Do Napo, o bergantim desceu o Marañon, passando pelos rios Negro, Madeira e Nhamundá, a 3, 10 e 23 de junho de 1542, respectivamente as datas de suas descobertas. 
Neste último rio, segundo a tradição, os expedicionários teriam sido atacados pelas Amazonas, célebres e temíveis guerreiras.
Ao atingir o Atlântico, o bergantim aportou à ilha Margarita, de onde velejou para a Espanha. 
Por seu notável feito Orellana recebeu de Carlos V o titulo de Adelantado, bem como as terras recém-descobertas, logo chamadas de Nueva Andaluzia.
Para a sua colonização Orellana armou três navios com uma equipagem de quinhentos homens. Partiu de San Lucar de Barrameda, a 11 de maio de 1543, e escalou em Cabo Verde e nas Canárias, onde os tripulantes foram acometidos de peste, com a morte de 98 homens e a deserção de outros 127.
Finalmente, a 20 de dezembro de 1543, chegaram os expedicionários à foz do rio Amazonas, onde faleceu Orellana, à procura de um local para estabelecer-se. Com a sua morte os remanescentes da expedição foram ter à ilha Margarita, povoando-a.

Clube Filatélico do Amazonas
Caixa Postal: 830
CEP:69019-970
Manaus/AM

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Presentes ao CFA

Recebemos ontem (15/10)uma encomenda vinda de Florianópolis. Um presente para o CFA. Agradecemos ao Sr. Renato Mauro Schramm, presidente do Clube Filatélico Maçônico do Brasil pelos envios.
Envelope com carimbo da 1° Amostra Nacional de selos Maçônicos 

- Os livros
Trata-se de publicações referentes a Filatelia Maçônica, cinco diferentes livros, alguns deles escritos pelo próprio Sr. Mauro Schramm. Recebemos também diversas quadras de selos não circulados. Estes selos serão levados para nossa reunião e ficará livre para serem escolhidos pelos nossos sócios e também serão doados para pessoas que queiram ingressar na filatelia em nossa cidade. Vale ressaltar que a doação de peças filatélicas é um grande incentivo para quem quer começar uma coleção de selos.

- Biblioteca CFA
Décadas atrás o Clube Filatélico do Amazonas possuía uma pequena Biblioteca composta por revistas, catálogos, livros, boletins e até jornais. Com a mudança da sede dos Correios em Manaus parte do acervo se perdeu ou foi jogado fora, sobrando apenas alguns matérias promocionais do próprio correio. Na presidência de nosso saudoso amigo Edgar Altino ela ganha uma pequena expressão, e ficou a cargo nessa sócia Yonarcira Machado em arrumar e cuidar do que sobrou de nosso acervo.

Agradecemos novamente ao nosso amigo Renato Mauro Schramm pelas obras enviadas e solicitamos que os leitores que puderem contribur nos envie material para compôr nossa Biblioteca, e desde já agradecemos.

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